Bristol F.2B fighter Roden - 1/48 |
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| modelo: |
Bristol F.2B fighter |
data início: |
15/03/2010 |
| fabricante: |
Roden |
horas trabalhadas: |
16:08 |
| escala: |
1/48 |
dias trabalhados: |
18 |
| categoria: |
Aviação Militar - Hélice |
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HISTÓRIA DO MODELO |
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O R.A.F. BE2C foi o principal avião biplace da Royal Flying Corps e suas especificações foram suficientes para as autoridades militares o manterem até o início da WWI.
No entanto, o atraso do design e a aparência das novas máquinas nas forças aéreas adversárias mostraram a urgência de mudanças.
A situação militar desfavorável forçou o comando militar a procurar ajuda de empresas particulares.
Uma delas, a Bristol Aeroplane Company, tinha um projeto para a construção de um biplace que poderia ser usado como avião de reconhecimento e como caça.
O protótipo F2A, com um motor Falcon, da Rolls-Royce, fez seu primeiro vôo em 1916.
No final desse mesmo ano, 50 aeronaves foram transferidas para o 48º Esquadrão da Royal Flying Corps.
Logo nesse princípioele foi usado como caça biplace de uso regular, porém durante seu primeiro vôo operacional 4 aviões caíram.
A despeito desta falha inicial, a Bristol Company obteve um novo pedido – desta vez, para 200 máquinas.
Depois de algumas pequenas mudanças, o F2B apareceu, recebendo o simples nome de “Fighter”.
Além da aparência do F.2B, o uso do avião também mudou. Agora, ele voava de acordo com táticas desenvolvidas para aviões monoplace.
No entanto, a força de sua estrutura e sua habilidade de defender sua própria retaguarda foram as vantagens definitivas deste design.
O F2B rapidamente se tornou popular entre os pilotos, que o batizaram de “Brisfit”, ou simplesmente Biff.
A quantidade de novas máquinas crescia rapidamente. Esses aviões acabaram sendo produzidos também para, além das unidades de frente, a defesa.
Mesmo assim, numerosos problemas com o motor fizeram com que as atenções se voltassem novamente para a produção do modelo.
A Rools-Royce também teve problemas para produzir uma quantidade enorme de motores.
A Bristol Company foi forçada a procurar um substituto para o Falcon.
Assim, voltou sua atenção para fabricantes como a Hispano Suiza, a Siddeley Puma e a Sunbeam Arab, que também falharam na empreitada, sendo que apenas esta última chegou a apresentar algumas modificações.
Por esta razão, muitos F2B Fighter continuaram com o motor Rolls-Royce.
Além da frente oeste, o Bristol Fighter também foi usado em outros locais em guerra, como a Itália e a Palestina.
Servindo com defesa, o Fighter derrubou os dois últimos bombardeiros estratégicos alemães Gotha G.V.
O piloto mais famoso que voou com o Bristol Fighter foi o canadense Andrew McKeever – todas as suas 30 vitórias em combates aéreos foram com este avião.
Outro famoso ás canadense, William Barker, também pilotou o F2B.
Até o final da 1º Guerra Mundial, a Bristol Company recebeu pedidos de 5.500 unidades do avião, sendo que 3.101 deles foram construídos e transferidos para unidades de combate.
Depois do armistício, os contratos adicionais foram cancelados. Ao total, contando com todas as modificações e modelos experimentais, foram feitas 4.747 aviões.
Além da Grã Bretanha, o Bristol F.2B Fighter foi usado por forças aéreas de outros países, como Irlanda, Polônia, Bégica, Espanha e Grécia.
Além destes países, os domínios britânicos também usaram esta aeronave, como Canadá, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul.
Alguns destes aviões estiveram em serviço até meados de 1939. Então, o Bristol F.2B Fighter, projetado durante a WWI, encarou o maior conflito armado já visto pelo mundo, mas seu tempo como arma de combate acabou, sendo substituído por toda uma nova geração de aeronaves.
Texto retirado de Plastimodelismo.Org, postado pelo usuário Etrusco |
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| Sexta-Feira, 14 de Maio de 2010 |
Tempo: 00:00 |
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Pessoal,
Estou saindo de férias hoje, vou ficar fora por 15 dias.
Assim que voltar respondo aos e-mails e recados!
Abs!! |
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| Terça-Feira, 04 de Maio de 2010 |
Tempo: 00:00 |
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Pessoal,
Me perdoem, estou sem tempo total! Trabalhando bastante e muita coisa pra fazer na faculdade também, fora que estou sem tintas( esse é um grande problema de nós pobres modelistas do Brasil )
Enfim, estou vendo com um amigo para me ajudar com as acrilex, ele só usa acrilex, e faz um trabalho perfeito! Quem sabe pego o jeito com elas!
Mas não desisti do hobby é só um tempo! Aguardem!
Abs! |
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| Terça-Feira, 30 de Março de 2010 |
Tempo: 00:50 |
| tags: lemes, profundores, cockpit |
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Olá Pessoal!
Vamos com mais alguns passos com o modelinho!!
Confesso que perdi mais tempo analisando o interior do que fazendo algo!
Mas para quem ainda não entendeu a dificuldade de montar o interior desse modelo, acredito que a fotoa abaixo da uma idéia:
Ou seja, o que segura a maioria das peças são as duas metades da fuselagem juntas. Só que se vc colar as metades não da pra por as peças dentro e nem pintar. Então fiz da maneira aicma.
Há um certo problema com os kits da roden, que me esqueci de falar no começo desse projeto. As peças são moles, e isso ajuda mto na hora de lixar, mas para peças pequenas é fatal! Vc não consegue tirar as peças da grade sem distruí-las, como foi o caso dessa pecinha ai embaixo. Na foto não da pra ver mto bem mas ela está toda torta e cheia de rebarbas. Na hora que fui tentar arrumar ela se partiu em vários pedaços.... então lixo nela!
Aqui o assento:
O leme:
E os profundores:
E por hoje é só! |
| tags: lemes, profundores, cockpit |
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